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« em: Dezembro 31, 2011, 08:04:43 » |
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2012, o outro lado da medalha para Villas-Boas
Treinador joga a sua dimensão internacional
Villas-Boas saiu de 2011, o seu ano de glória, a escapar de perguntas sobre o futuro. É muito provável que 2012 seja o ano em que o treinador português conhece o reverso da medalha.
O Chelsea entra no novo ano em apuros. Fora dos lugares de acesso à Liga dos Campeões, com muita gente à frente e muita gente logo atrás.
A pressão é visível. A dos adversários, a dos adeptos, a dos melhores jogadores (Lampard é um suplente difícil; como será quando chegar a vez de Terry e Drogba?) e, adivinha-se, a do silencioso Abramovich.
Ainda pior do que a classificação (e como ela é má!) é o futebol do Chelsea. Sejamos claros: a equipa de Villas-Boas joga um futebol deplorável, sem uma ideia e sobretudo lento, previsível, aborrecido.
Para quem se coloca à prova assistindo aos jogos do Chelsea, impressiona o número de modificações que Villas-Boas tem introduzido. E também impressiona a cultura de medo que impôs desde a eliminatória com o Valência. O Chelsea salvou-se no início de Dezembro à custa de uma cultura de equipa pequena e do jogo defensivo. Era fácil prever que não levaria longe.
A falta de regularidade tem sido o grande problema do Chelsea, que já teve dois períodos bons e dois muito maus. Como se compreende, isso é trágico numa competição de regularidade.
Depois do grande impacto no F.C. Porto, Villas-Boas joga a sua dimensão internacional em 2012. No campeonato pode subir na tabela, claro. Mas seria mais fácil acreditar nisso se a equipa jogasse algo parecido com bom futebol.
A Liga dos Campeões seria uma boa oportunidade de sucesso, mas essa perspectiva choca com três «pequenos» problemas: Fevereiro ainda é muito longe; a concorrência é muito mais forte; para um clube como o Chelsea tudo o que seja menos de meias-finais é frustrante.
Escrito assim acho que o grande desafio de Villas-Boas em 2012 será convencer Abramovich de que é capaz de realizar o trabalho que está por fazer desde há pelo menos um ano: dizer adeus aos herdeiros de Mourinho e construir tudo de novo. Para isso não precisa apenas de se qualificar para a Liga dos Campeões. Tem de saber recrutar, fazer crescer jogadores e, por favor, colocar o Chelsea a jogar qualquer coisa. É um trabalho aliciante, sim, mas é também muito menos do que se esperava.
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 «Há muito porto dentro de mim, este é o meu destino e o meu clube.»

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FutebolTuga
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« em: Dezembro 31, 2011, 08:04:43 » |
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« Responder #1 em: Janeiro 01, 2012, 11:48:14 » |
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Teve um ano bom onde ganhou 4 titulos e se mudou para o chelsea, mas agora a sua aventura Inglesa está a correr mal e teremos de esperar para ver se em 2012 ele conseguirá ganhar alguma coisa.
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« Responder #2 em: Janeiro 01, 2012, 01:12:19 » |
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Digo e volto a dizer, ele não devia ter saído do Porto, devia ter esperado mais 1 ano ou 2 e depois sim, devia sair para um clube maior...
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Por cada leão que cair, outro se levantará
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« Responder #3 em: Fevereiro 28, 2012, 09:49:10 » |
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Concordo, deveria ter ficado a amadurecer mais um bocado no Porto, para depois abraçar um desafio maior. Mas tem valor, disso não duvido, senão não teria feito a brilhante época que fez no Porto. Mas uma coisa é o campeonato português, outra é o inglês... Para não falar que é um treinador muito novo que chega para comandar uma equipa de veteranos quase, e isso geralmente não pega..
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