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Maior que a Nossa Gloria só a Vossa Inveja...
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« em: Abril 05, 2010, 04:40:20 » |
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Nome Completo: JOSÉ Augusto Costa Sénica TORRES Posição: Ponta de Lança Nacionalidade: Português (Internacional A) Data de Nascimento: 08-09-1938 Número da Camisola: 9 Pé Preferido: Direito
Épocas completas no Benfica: 12 Total de Jogos pelo Benfica: 259 Total de Golos pelo Benfica: 226 Títulos pelo Benfica: 9 Campeonatos Nacionais (1959/1960; 1960/1961; 1962/1963; 1963/1964; 1964/1965; 1966/1967; 1967/1968; 1968/1969; 1970/1971) 4 Taças de Portugal (1961/1962; 1963/1964; 1968/1969; 1969/1970)
1959/1960 Jogos: 3 Golos: 2 (2 na Liga)
1960/1961 Jogos: 5 Golos: 11 (2 na Liga)
1961/1962 Jogos: 8 Golos: 15 (2 na Liga)
1962/1963 Jogos: 27 Golos: 35 (26 na Liga)
1963/1964 Jogos: 22 Golos: 28 (22 na Liga)
1964/1965 Jogos: 40 Golos: 35 (23 na Liga)
1965/1966 Jogos: 30 Golos: 22 (18 na Liga)
1966/1967 Jogos: 18 Golos: 14 (8 na Liga)
1967/1968 Jogos: 29 Golos: 19 (17 na Liga)
1968/1969 Jogos: 32 Golos: 23 (16 na Liga)
1969/1970 Jogos: 29 Golos: 19 (13 na Liga)
1970/1971 Jogos: 16 Golos: 7 (2 na Liga)
A selecção Nacional
Ao serviço da selecção nacional, marcou 14 golos, média significativa para o panorama nacional. Estreando-se com a camisola das quinas a 2 de Janeiro de 1963 num Portugal-Bulgária (0-1) Torres apenas teve de esperar pelo encontro seguinte para dar o seu primeiro tento a Portugal.
Tal como Eusébio, Coluna e Simões, Torres foi um dos poucos atletas que fizeram os seis encontros da qualificação, assim como efectuaria, já na Inglaterra, todos os desafios da fase final (marcando três golos em Inglaterra) do Campeonato do Mundo de 1966. A carreira do futebolista de Torres com a camisola das quinas terminou a 13 de Outubro de 1973 curiosamente, de novo num Portugal-Bulgária (2-2) para o Campeonato da Europa precisamente, também, o jogo de despedida de Eusébio e Simões.
Torres já não se encontrava nessa altura no Benfica, mas sim no Vitória de Setúbal, clube pelo qual registou as suas duas últimas internacionalizações.
Chegava ao fim o percurso do jogador Torres, mas não o de José Torres na selecção nacional. De facto, haveria de ser ele a comandar os destinos da equipa técnica que conseguiu, o apuramento para o Mundial do México, de 1986. Na época ficou célebre a sua frase "deixem-me sonhar" quando, ao contrário de quase todo o país, continuava a acreditar no apuramento.
O seu sonho realizou-se com o triunfo em Estugarda (a vitória frente à Alemanha), mas, depois, os problemas que surgiram em Saltillo foram um autêntico pesadelo.
Após o final da carreira, este apaixonado pela columbofilia ainda treinou clubes como o Estrela da Amadora, o Varzim ou o Boavista, mas foi na Selecção Nacional que voltou a estar em destaque. De facto, conseguiu levar Portugal à presença num Mundial, o de 1986, precisamente 20 anos depois de ter ele mesmo estado em campo, em representação da equipa lusa, mas enquanto jogador.
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